Sexta-feira, 17 de Setembro de 2010

Como encarar um tratamento complementar da dor ciática


LEIA ATÉ AO FIM COM MUITA ATENÇÃO

A descrição sintomática do episódio doloroso não é suficiente para estabelecer um diagnóstico, função que, por lei, está reservada aos médicos, pelo que deverá sempre ser portador de um diagnóstico médico de dor ciática.
Se é verdade que pode parecer tratar-se realmente de uma ciatalgia, a simples dor nada diz sobre as suas causas e são muitas as causas possíveis, algumas a necessitar de tratamento médico-cirúrgico inadiável.

terapia alternativa e complementar aos tratamentos químicos e cirúrgicas que mais êxito tem obtido no alívio desta tão aflitiva dor é aquilo a que se chama vulgalmente o "queimar o nervo da orelha", que já o Mário Ferrador praticava na sua oficina da Junqueira, (faleceu em meados dos anos 80 e já não "queimava" há vários anos).

Este "queimar o nervo" é, na realidade, uma cauterização da pele num ponto específico de Auriculoacupunctura, ramo holístico da MTC em que sou formado e que pratico, tem uma excelente taxa de bons resultados nos casos de ciatalgia verdadeira e pode fazer-se em qualquer estadio da doença.
Devo, no entanto frisar que este é um tratamento sintomático, quer dizer, alivia-se a dor mas não trata a causa original.
Deve consultar sempre um médico, pois existem casos com estrita indicação cirúrgica em que um alívio sintomático possa mascarar a real gravidade da lesão e levar a adiar uma intervenção cirúrgica indispensável.
Em relação a contra-indicações elas não existem pois é um tratamento reflexo e portanto indirecto.
Existe, naturalmente, um efeito secundário que é a pequena queimadura dérmica no ponto de cauterização e cuja cicatrização completa leva cerca de uma semana com aplicação diária de um antiséptico tópico para prevenir qualquer infecção a partir da lesão na pele.
Em relação a garantias de eficácia, como em tudo o que envolve a saúde de um ser humano e seus problemas, garantido quer dizer, ou aldrabice, ou milagre; não pratico nem uma nem outro.
A eficácia deste tratamento situa-se muitas vezes algures bem acima da conseguida com as drogas farmacológicas, fisioterapia, massagens, acupunctura clássica, etc. e abaixo do conseguido através da neurocirurgia de reconstrução dos espaços normais das vértebras L4 e L5.
Existem casos de total e permanente êxito e também fracassos totais, felizmente poucos.
O tratamento consiste numa primeira consulta de avaliação do terreno auricular (acupunctura), seguido 
de uma segunda consulta para cauterização (queimar) do ponto.

Estes tratamentos que faço num dos meus consultórios de Lisboa, são totalmente gratuitos
, sendo no entanto prática usual que o paciente deixe, de sua livre vontade, uma ajuda para as despesas de espaço e material, de acordo com a sua consciência e posses.

Faço notar que a Auriculoterapia não é reconhecida por organismos oficiais, seguros de saúde, ADSE, IRS, SAMS, etc.

Peço-lhe que leia atentamente o que aqui lhe deixo antes de me contactar ( dorciatica@gmail.com ) e que considere desde já que não farei qualquer tratamento sem um diagnóstico médico recente, escrito, de dor ciática (ciatalgia).
Luís Pontes, terap.
dorciatica@gmail.com

Quinta-feira, 9 de Julho de 2009

A Dor Ciática

Em 1637 o médico português Zacutus Lusitanos descreveu, pela primeira vez numa publicação científica, o êxito da sua experiência clínica no alívio da nevralgia ciática através da cauterização de pontos na orelha dos pacientes. Esta descrição constituía a expressão científica de uma prática antiquíssima de barbeiros, curandeiros e curiosos, mas, por ser impossível de explicar à luz dos conhecimentos da altura, ficou num quase esquecimento até que, em 1951, o francês Paul Nogier se serviu dela como base para estabelecer a moderna Auriculoterapia, como hoje a conhecemos.

Entretanto, a prática tinha ficado dessiminada por alguns curiosos e a sua eficácia era tal que, ainda nos anos 80 do Século XX se podia assistir ao corropio de clientes, nacionais e estrangeiros, que recorriam aos serviços de “queimar a orelha” no ferrador do Altinho, na rua da Junqueira, em Lisboa, ou ao seu congénere médico, o dr. Morais de Carrazeda de Ansiães.

Formado em Auriculoacupunctura pelo grande Mestre Leonardo Monteiro, realizei um trabalho de integração prática das informações do meu compatriota renascentista, da Auriculoterapia de Nogier e da própria Auriculoacupunctura do meu trabalho diário,desenvolvendo uma técnica moderna de auxílio eficaz a todos os que sofrem o tormento da nevralgia do nervo ciático.
.

Através de uma intervenção extremamente precisa e rápida a nível da pele da orelha, onde apenas fica uma ligeira queimadura com a área de uma cabeça de alfinete, são mobilizados poderosos reflexos que, agora como há 400 anos, aliviam de modo espectacular e duradouro o sofrimento destes doentes. Tudo isto em rigorosa assépsia, quase sem dor e com uma “lesão” da pele incomparavelmente mais pequena que a feita por uma pequena tatuagem ou um furo para uso de piercing ou mesmo brincos.

Quinta-feira, 2 de Julho de 2009

'shanka prakshálana' - Limpeza do cólon

O 'shanka prakshálana' é uma formidável técnica de desintoxicação e purificação, que consiste em fazer uma lavagem completa do tubo digestivo.
A técnica em si é bastante simples: consiste em beber água levemente salgada, guiada através dos tubo digestivo através de uma série de exercícios guiados.
À medida que o líquido for eliminado, observa-se a expulsão daqueles resíduos e sedimentos que normalmente se acumulam nos intestinos. A água é expelida cada vez mais limpa e clara, até sair totalmente transparente.
Esta lavagem deve ser feita em jejum, observando cuidadosamente as instruções mais abaixo designadas.
Este processo dura, em média, entre 90 minutos a 2 horas.

Alternar-se-á a ingestão de cada copo de água com a execução de uma série completa dos exercícios descritos a seguir, de maneira a que não haja acumulação de líquido em nenhuma parte do organismo e que este continue em movimento.
A vantagem desta técnica frente à lavagem convencional do cólon, é que esta última atinge apenas a porção final do intestino grosso, podendo até alterar os movimentos peristálticos através da pressão excessiva produzida pelo líquido sobre as paredes intestinais.
A limpeza obtida mediante o 'shanka prakshálana' vai desde a glote até o recto, tonificando os tecidos e favorecendo o peristaltismo.
O fluxo de água promove uma lavagem total e profunda de todo o tubo digestivo.

Os resultados da prática sentir-se-ão em todos os níveis do organismo: tonificação das paredes intestinais, estímulo do peristaltismo, hálito mais puro e fresco, pele mais limpa, melhoras do sono, leveza, bem-estar e melhoramento da disposição geral. Dada a eficiência deste método, o ideal é fazê-lo, duas a quatro vezes por ano.
O procedimento aqui descrito é o mais tradicional que, constitui uma verdadeira obra de arte da engenharia fisiológica do Yoga.

Cuidados iniciais:
Considerando que o 'shanka prakshálana' levará entre uma 1h30m e 2h, reserve para este procedimento uma manhã de domingo ou algum dia em que disponha de bastante tempo livre.
Na véspera, faça uma refeição leve e equilibrada, algumas horas antes de deitar.
O momento ideal é pela manhã, em jejum total.

Pessoas que tenham obstipação intestinal crónica deverão tomar um laxante suave na véspera, ou ameixas secas ou uma colher de sopa de sementes de linhaça deixadas de molho num copo de água desde a noite anterior.
A primeira refeição deve ser feita no mínimo 30 minutos após a lavagem.

Pessoas com debilidade geral, úlceras do estômago e duodeno, colite, cancro ou disenteria, bem como com diabetes ou hipertensão, não devem fazer este exercício sem supervisão e aconselhamento médico.

Os exercícios:
Descreveremos agora a sequência dos quatro exercícios físicos.
Se os achar enfadonhos ou faceis demais, não deixe na mesma de os fazer, pois cada um deles tem um efeito muito específico sobre uma parte do aparelho digestivo , como perceberá na práctica. Se não tem o hábito de fazer assiduamente exercícios físicos, aconselhamos que repita esta série várias vezes na véspera, para evitar as dores do day after.
Não queira modificar detalhes da execução. Siga cuidadosamente estas instruções.

Exercício 1
Em pé, com um palmo de distância entre os pés, que devem ficar paralelos, os braços para cima, os dedos entrelaçados e as palmas voltadas para o tecto, faça quatro flexões laterais para a esquerda, alternando-as com outras quatro flexões para a direita.
Não desloque os quadris ao inclinar o tórax e faça a flexão mantendo o tronco alinhado com as pernas e os braços.
Não permaneça, apenas faça o movimento coordenado com a respiração. Ao todo, as oito flexões (quatro para cada lado) não devem levar mais do que dez segundos.
Este movimento lateral age sobre o piloro, aquela válvula que controla a passagem entre o estômago e o duodeno, antes do intestino delgado.
A cada flexão, uma porção de água entra no tracto intestinal.

Exercício 2
Ainda em pé, faremos agora um movimento de torção do tronco.
Inicie o movimento com os braços estendidos horizontalmente para frente. Gire o tronco para a esquerda, levando o braço desse lado para trás e flexionando o direito até que a mão toque a clavícula esquerda.
A cabeça acompanha essa rotação, olhando para trás. Inspirando, retorne e faça o mesmo movimento para a direita enquanto solta o ar.
Olhe para a sua mão direita, que deve ficar bem para trás, sempre na linha horizontal. Você fará um total de oito rotações (quatro para cada lado), mantendo sempre os braços na linha dos ombros e as costas erectas.
Estes oito movimentos também serão feitos em cerca de dez segundos.
Estas torções levarão a água para o intestino delgado, fazendo-a circular por ele. Coordene sempre o movimento com a respiração. Exale ao ir para os lados e inale ao retornar. Não permaneça.

Exercício 3
Fique em decúbito frontal (de bruços) e mantenha os pés separados um palmo, apoie-se nas pontas dos dedos dos pés e nas palmas das mãos.
Os joelhos não tocam o solo e as pernas ficam elevadas. Se for necessário, contraia um pouco as nádegas.
Agora fará uma rotação com a cabeça e os ombros, olhando alternadamente para trás, como se quisesse ver o calcanhar do lado oposto áquele para o qual você está a girar: ao olhar por cima do ombro esquerdo, tente ver o pé direito; ao olhar por cima do ombro direito, tente ver o pé esquerdo.
Sinta o alongamento produzido pela posição na região abdominal e procure perceber a passagem de água pelos intestinos. Faça quatro giros para cada lado, que totalizam oito movimentos, sem permanência, em cerca de quinze segundos.
Não esqueça a respiração, sempre associada ao movimento. Isto fará com que a água comece a entrar no intestino grosso e circule por ele.

Exercício 4
Sente-se no chão e flexione a perna esquerda, deixando o joelho para cima, sem passar o pé para o lado de fora da perna direita, que permanecerá esticada.
Agora gire o tronco, colocando o braço direito entre o tórax e a coxa esquerda.
Olhe por cima do ombro para trás, inclinando um pouco o tronco e apoiando-se na mão esquerda. Sem permanecer, inspire e torça-se para o outro lado da mesma forma.
Em quinze segundos, faça quatro torções para cada lado. Comprima bem o baixo ventre contra a coxa a cada expiração. Os ombros devem estar na mesma altura e a coluna bem erecta. As torções levarão a água pelo cólon até o recto.
Ao todo, esta sequência de quatro exercícios levará perto de um minuto.

Instruções de execução
Prepare uma boa quantidade de água filtrada e fervida.
Tendo em conta que você vai ingerir no mínimo quatorze copos, ou seja, três litros e meio de água, prepare um pouco mais, por via das dúvidas.
Salgue a água mantendo a proporção de uma colher de sobremesa para cada litro. Caso você ache a água demasiado salgada, reduza um pouco a concentração de sal.
Utilize sal marinho de boa qualidade.
Jamais faça este exercício com água pura, pois o seu organismo começará a absorvê-la e você transformar-se-á num "barril ambulante".
Ingira um copo de água morna e salgada.
Faça a sequência dos quatro exercícios num minuto.
Beba outro copo e repita os exercícios.
Continue assim até ter ingerido seis copos. Se sentir que a água não está a circular, faça a série mais algumas vezes. Se ainda assim não funcionar, pode acontecer que a presença de gases nos intestinos esteja bloqueando a passagem do líquido.
Nesse caso, faça uma inversão:- após o sexto copo, faça uma visita ao wc.
Na primeira evacuação saem as fezes normais. As seguintes serão pastosas mas pouco a pouco irão ficando cada vez mais líquidas.
A água deve fluir sem parar no estômago. Se sente que ela não está a circular repita a série de exercícios antes de beber mais.
Depois de evacuar a primeira vez, o ritmo do 'shanka prakshálana' sería assim:
- Um copo de água.
- Uma série de exercícios.
- Visita ao wc.
- Água.
- Exercícios.
- Wc.

A cada novo copo haverá uma nova evacuação. Preste atenção à cor das fezes, que ficarão cada vez mais claras.
Dependendo dos hábitos alimentares, do seu biotipo e das características dos seus intestinos, serão necessários entre doze e dezesseis copos até que a água expelida saia tão limpa quanto a ingerida.
Utilize o bom senso: se você bebeu dez copos de água e ainda não conseguiu evacuar pela primeira vez, interrompa a ingestão de água e passe a executar apenas os exercícios.
Após a evacuação, retome o ritmo acima descrito.
Quando começar a aparecer a água limpa, deve interromper a ingestão, mas deve continuar a repetir os exercícios mais algumas vezes, alternando sempre as séries com evacuações.

Aproveite estar limpo para fazer uma alimentação mais saudável.

Quinta-feira, 6 de Novembro de 2008

A Holística

O que é a holística?

Conceito difícil, porque imenso e abrangente, poderia dizer-se que é um sistema que valoriza os sintomas para tratar as causas profundas dos males que afligem o indivíduo.

Nos antípodas da saúde de massas, a Holística encontra a solução para o indivíduo atormentado por males físicos, emocionais e espirituais, através da implementação de um conjunto terapêutico e de acompanhamento individual que pode passar pela hipnose clínica, pelo uso de plantas medicinais, pela apiterapia, pela meditação, pelas terapias energéticas, etc.

É actuando nos vários aspectos que fazem a unidade do indivíduo, que a holística promove a realização do seu bem-estar.

Terça-feira, 23 de Setembro de 2008

O Sr. Albano, a psoríase e o dinheiro!

A psoríase é uma doença de pele que atinge 3% da população mundial. Apesar de, na maior parte das vezes não apresentar complicações internas, o certo é que é terrívelmente desfigurante e incómoda, provocando limitações severas à vida de quem dela sofre.

Os tratamentos da psoríase são paliativos e vão desde o uso de corticóides, cremes e loções diversas, à radiação ultra-violeta. As melhorias são sempre temporárias e o calvário continua!

Há algum tempo um açoreano de nome Albano, também ele com psoríase grave, proclamou ter encontrado por acaso uma cura para a doença e o certo é que se apresentava completamente curado. O caso teve cobertura televisiva e encheu de esperança milhares de desesperados doentes psoriásicos que, legitimamente, agradeceram aos céus o aparecimento deste milagre açoriano.

Mas afinal não: o tal Albano dos Açores falou, falou, falou, mas quanto a dar ou vender a fórmula mágica que os tais milhares ansiavam, nada! Acabou por dizer que era uma grande responsabilidade, que queria fazer o bem, bla bla bla, mas não podia assim, só se fosse vender a uma farmacêutica... como se alguma farmacêutica fosse tão parva que não soubesse que as doenças crónicas é que são minas de ouro e "valem" infinitamente mais que qualquer cura!

Assim vão as coisas pelo reino da psoríase: O Albano atrás da sua miragem milionária, os doentes de novo no seu desespero sem fim, nós a fazermos o que sabemos e podemos, sem medo, porque no mundo das curas alternativas, a regra são os Túlios Simoncinis que oferecem cura para tantos cancros mortais, os Freis Romanos Zagos que oferecem as curas do Aloé, os Padres Benes com as suas curas de Magnésio, os "albanos" são a excepção! Ainda bem, Ufa!

Nota: Pode encontrar o citado Albano no site: http://www.psoriase.eu/cura-psoriase-doenca/

Quarta-feira, 27 de Agosto de 2008

Agora juntos!

Todos os meus doentes sabem que tenho o hobby da cozinha, todos os que visitam essas minhas incursões pantagruélicas sabem que sou hipnólogo e terapeuta.

Não fazia sentido que expressasse estas duas vertentes em compartimentos que afinal não eram nem podiam ser estanques e assim, a partir de hoje, todos os meus blogs passam a figurar nesta conta, o que faz muito mais sentido!

Os posts que considero mais significativos, transferi-os para este novo blog que hoje começa, com indicação da data em que foram efectivamente publicados. Peço desde já desculpas a todos os que fizeram o favor de enviar os seus comentários, mas, seja por inépcia minha, seja por isso não ser possível, não pude passar os comentários para este novo espaço.

As "Crianças Índigo" - publicada a 2-04-2008

Fruto dos delírios amalgamantes da New Age, com a sua pretensa procura de valores espirituais exóticos, que mais não são que máscaras para o verdadeiro furor materialista e consumista que sustenta estas novas e florescentes indústrias do espíritual, do místico, do incenso e das velas, das magias ressuscitadas, dos anjos, guias e demais entidades míticas e verdades reveladas, as Crianças Índigo surgiram como a mais acabada e elaborada hipocrisia de uma classe média arruinada de valores e incapaz sequer de manter a mais simples unidade familiar funcional.

Vítimas de uma família ausente, quer em presença quer em valores estruturantes, estas crianças desenvolvem situações psico-patológicas de hiperactividade, déficit de atenção e da capacidade de concentração, com graves repercussões a nível da capacidade de relacionamento social, identificação da autoridade e rendimento escolar.

Perante o problema crescente que esta geração abandonada à sua sorte representa, os seus "espirituais" e evoluídos pais, não conseguiram melhor que procurar em novas revelações iluminadas, esotéricas vidências e gurus sedentos de Euros, a nova e "à medida" explicação maravilha:
"Que não se inquietassem, os seus filhos afinal eram uma espécie de anjinhos irrequietos que tinham sido postos no mundo para que aprendêssemos com eles" - "eram o último passo no caminho da evolução espiritual que está prestes a eclodir no mundo" - "Crianças Índigo" - "Crianças Cristal" - "Crianças Estrela" clamavam outros do alto da sua cientifica (?) clarividência.

Lamentável!
A esta desgraçada geração "índigo", vítima, primeiro dos erros dos seus pais, depois dos alibis que se apressaram a forjar para sacudir a água do seu capote e aliviar a má consciência, resta talvez, se for capaz de escapar aos ditames de uma qualquer delinquência ou má fortuna, reunir a força necessária para se vingar de qualquer forma destes seus pais e carrascos.